A noite dessa quinta-feira, deveria ter sido uma noite comum, pacífica e tranquila para a família de Heloísa dos Santos Silva, uma garotinha de apenas 3 anos de idade, cheia de vida e de alegria. Eles estavam a caminho de mais uma viagem pela Rodovia Raphael de Almeida Magalhães, no Arco Metropolitano, em Seropédica, uma região situada no estado do Rio de Janeiro, quando a noite, que prometia ser mais uma no cotidiano da família, foi abruptamente transformada em um verdadeiro pesadelo que ninguém poderia prever.

O que deveria ter sido uma simples e tranquila viagem de carro em uma estrada relativamente comum do Rio de Janeiro, onde inúmeras famílias passam em seus trajetos diários, se tornou o cenário de uma tragédia devastadora e incompreensível. Naquela noite fatídica, Heloísa foi atingida na cabeça por disparos de arma de fogo. O incidente, que até hoje assombra a família e a comunidade, deixou a pequena menina em estado gravíssimo, internada com sérios ferimentos, lutando pela vida. O que torna essa história ainda mais assustadora e revoltante é a acusação dos familiares de que os disparos que atingiram Heloísa partiram de agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), uma força policial cujo objetivo principal deveria ser garantir a segurança nas rodovias e proteger os cidadãos.

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